terça-feira, 30 de dezembro de 2014

Idi-Otas - Folha de São Paulo - 1986



Mais uma criação do cartunista Ota (Otacílio Costa D'Assunção Barros), Idi-Otas era um nome genérico e pela tira passavam vários personagens, como o Dr. Mascareta, Tânia, a secretária, Alfredo, o desquitado, as moscas Homero e Juarez e até mesmo o próprio autor. As gags geralmente giravam em torno de problemas conjugais e crítica de costumes.

Idi-Otas foi distribuída pela agência Intercontinental Press para vários jornais do país.




segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

Os Birutas - O Jornal - 1972



Criação do cartunista Ota (Otacílio Costa D'Assunção Barros) para O Jornal do Rio de Janeiro, Os Birutas contava as confusões de três amigos: Bochecha, Barbicha e Zarolho.

Foram publicadas em 1972 no formato tiras e tiveram revista própria pela editora Gorrión em 1973.




sábado, 27 de dezembro de 2014

Tambatajá - 1988


Criado pelo desenhista Mozart Couto em parceria com o roteirista Júlio Emílio Braz em 1988, as aventuras do indiozinho Tambatajá foram publicadas semanalmente na revista belga juvenil Top Magazine por meio da agência Commu International. Saíram também em quatro álbuns coloridos para o mercado de língua flamenga.

Posteriormente foi publicado em jornais brasileiros no formato de tiras

sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

Ed Mort - O Estado de São Paulo - 1990



Ed Mort é um personagem criado por Luís Fernando Veríssimo em 1979 como paródia das histórias norte-americanas de detetives, principalmente as de Dashiell Hammett e Raymond Chandler. É um detetive particular trapalhão e sempre sem dinheiro, que se mete em todo o tipo de encrencas. Ele divide seu espaço - um escritório em Copacabana, que ele chama apenas de "escri" porque é muito pequeno - com 117 baratas e um rato albino chamado Voltaire.

Suas 17 histórias estão compiladas nos livros Ed Mort e Outras Histórias (1979) e Sexo na Cabeça (1980), publicados pela L&PM, e em Ed Mort: Todas as Histórias (2011), da editora Objetiva. O personagem também foi adaptado peça de teatro, especial de TV e para o cinema.





Ed Mort foi publicado em tiras de jornal nos anos 1980, com texto de Veríssimo e desenhos de Miguel Paiva (criador da Radical Chic e do Gatão de Meia Idade). As tiras eram seriadas e cada história completa foi lançada em compilações pela L&PM:

Ed Mort em Procurando o Silva (1985)
Ed Mort em Disneyworld Blues (1987)
Ed Mort em Com a Mão no Milhão (1988)
Ed Mort em Conexão Nazista (1989)
Ed Mort em O Sequestro do Zagueiro Central (1990)



Ed Morte tinha também suas páginas dominicais, publicadas em cores no suplemento O Globinho do jornal O Globo, em 1985.

terça-feira, 23 de dezembro de 2014

O Menino Maluquinho - O Estado de São Paulo - 1990



Sem dúvida nenhuma o maior sucesso de Ziraldo, O Menino Maluquinho surgiu em livro no ano de 1980. Além de livros, revista, peça de teatro e filmes para cinema, ganhou também sua versão em tiras diárias em 1989 realizada pelo estúdio Zapin e foi publicado em vários jornais Brasil afora.

Participam das histórias: 

Maluquinho, o protagonista. Um menino de 10 anos de paletó azul e uma panela na cabeça que adora fazer maluquices.

Julieta, a namorada de Maluquinho. Ela é tida como sua versão feminina a "Menina Maluquinha".

Bocão, o melhor amigo de Maluquinho. É gordo e guloso.

Junim, outro amigo do Maluquinho baixinho e nervoso.

Carolina "Carol", a melhor amiga da Julieta. É vegetariana e se preocupa com a natureza.

Herman, outro amigo do Maluquinho. Eles o chamam de "Alemão" por conta de sua pele branca.

Nina, a irmã menor de Bocão.


segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

Caruncho e Caroço - Gazeta Ilustrada - 1972

Caruncho e Caroço em revista própria da editora Hamasaki nos anos1990.


Paulo Hamasaki é considerado o primeiro diretor de arte dos estúdios Maurício de Souza. Nos anos 1970 criou as aventuras de dois caipiras do interior paulista chamados Caruncho e Caroço para o jornal Gazeta Ilustrada. Os dois personagens tiveram revista própria nos anos 1990 lançadas pela editora Hamasaki.

Foram distribuídas para vários jornais pela DIME (Distribuidora de Material de Imprensa) nessa mesma época. Em revista, pela mesma editora, tiveram também uma versão infantil chamada Carunchinho e Carocinho.


Caruncho e Caroço na revista Espoleta da editora Noblet em 1973.

sábado, 20 de dezembro de 2014

Bichinho da Maçã - Folha de São Paulo - 1991



Criado por Ziraldo (Ziraldo Alves Pinto) em 1982 para um livro ilustrado, o Bichinho da Maçã teve, além de uma coleção de livros, também sua série de tiras a partir dos anos 1990.

Publicado em vários jornais, inclusive a Folha de São Paulo, era realizado pelo autor por meio meio do seu estúdio Zapin.


sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

Marly - Patota - 1973



Criada por Milson em 1973, para a seção “Variedades” do jornal A Gazeta do Espírito Santo, Marly é uma solteirona virgem e frustrada, fofocando sem parar ao telefone com a amiga Creuzodete.

Logo em seguida passou a ser publicada na revista Patota da editora Artenova. Junto com o Dr. Fraud de Canini eram as duas únicas tiras nacionais da revista.





O embrião da personagem foi outra cria de Milson, Ugly (feia, em inglês), que ele bolou para o número zero da revista “Espírito Santo Agora”, em 1972. Era uma sátira às intelectuais dos anos 60 e às feministas que queimaram seus sutiãs em 1968 – razão pela qual tem os peitos caídos. Baseado nela, o cartunista fez a segunda: Marly.

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Isauro, o brontossauro - Folha de São Paulo - 1991


Personagem criado por Ziraldo, por meio de seu estúdio Zapin, Isauro era um brontossauro humanizado que filosofava sobre os problemas típicos das crianças modernas.

Foi publicado no suplemento Folhinha da Folha de São Paulo em 1991.

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Dr. Fraud - Patota - 1972



Renato Canini criou para a revista Patota (editora Artenova) em 1972, o personagem do Dr. Fraud. Com um óbvio trocadilho em relação ao nome do pai da psicanálise, Sigmund Freud, Dr. Fraud era evidentemente um charlatão e recebia em seu divã toda espécie de objetos inanimados, personagens de ficção e pacientes em geral, que recebiam sua completa atenção, mas provavelmente, nenhuma ajuda. O personagem antecipou em alguns anos o Analista de Bagé, de Luís Fernando Veríssimo.

A revista Patota, da editora Artenova, era uma coletânea de quadrinhos editada por Álvaro Pacheco, com o melhor dos quadrinhos internacionais na época (1972). Foi a primeira revista brasileira inteiramente dedicada às histórias em quadrinhos inteligentes, destinadas ao público adulto e juvenil. Sua duração foi de 27 exemplares durante três anos de revista. O objetivo da coletânea era reunir quadrinhos que satirizassem a loucura do mundo moderno. "A Patota se propõe, assim, a divertir e a fazer pensar os seus leitores, através da agudeza e do fino humor da melhor coleção de personagens e histórias em quadrinhos do gênero já reunidos em uma só revista no mundo inteiro" (revista Patota, n.1 ano 1, 1972); Snoopy, Charlie Brown, Hagar, o horrível, Pogo, Kid, Farofa e Mafalda eram algumas das tirinhas publicadas.

Dr. Fraud foi publicado também na revista independente Historieta, de Oscar Kern (Oscar Christiano Kern 1935 - 2008) e em livro pela editora Sagra em 1991.




segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Dimenor - O Dia - 1991



Outro grande colaborador de Ziraldo e seu estúdio Zapin, o desenhista Ferreth criou para o jornal O Dia do Rio de Janeiro, o personagem Dimenor. Um retrato cru e muitas vezes sem concessões da vida dos menores de rua que habitam as grandes metrópoles.

Participavam da série outros personagens como Mauricinho, Carlinha, Bilico, Negritim, Girino, Milium e o cachorro Figura.

Dimenor foi publicado também no jornal O Povo de São Paulo e teve revista própria pela editora AKS em 1999.




Thrash - Folha de São Paulo -1993


Considerado um dos principais colaboradores de Ziraldo em seu estúdio Zapin, Mig (Miguel Geraldo Mendes) propôs em 1993, para o suplemento Folhinha, da Folha de São Paulo as histórias de Thrash, uma banda de garagem e seus jovens componentes.

Era publicado semanalmente em cores.

sábado, 13 de dezembro de 2014

A Caravela - 1982



O cartunista Nilson (Nilson Adelino Azevedo) sempre se destacou por denunciar as mazelas nacionais usando relatos históricos, como a história Pindorama, publicada em 1975 na revista O Bicho, ou as histórias curtas da página Humordaz do Estado de Minas, retratando o período da escravidão.

A Caravela de foi criada em 1982 e passou a ser distribuída para jornais de todo o Brasil pela agência Funarte.

A tira conta a história dos descobrimentos, mas com uma visão crítica da atualidade, por meio de dois marinheiros, Joaquim e Manuel.

Foi publicada em livro pelas editoras Crisálida e Marca de Fantasia.




sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

Grilos - O Estado de São Paulo -1986


Criado pelo cartunista Céllus em 1986 para o Caderno 2 do jornal O Estado de São Paulo a série Grilos contava, em uma selva fictícia, os dilemas de Fasta Pasta, um pigmeu neurótico e seus companheiros: Pelicano, O Monstro e Boris Panda.

A tira durou até 1988.


quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

Marimbondo - Diário Popular - 1988


Aventuras de um super-herói atrapalhado, Marimbondo era publicada em capítulos no jornal Diário Popular no ano de 1988, com desenhos primorosos, foi uma criação do cartunista Affonso.

Affonso, já falecido, começou em 1983 no Diário do Grande ABC e passou a trabalhar em pequenas agências de publicidade daquela região. Depois fez alguns trabalhos para a Editora 3, quando em 1985 foi contratado pela Gazeta Mercantil publicando uma charge diária.



quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

Marcelino, o cangaceiro - A Noite - 1961



Na onda do sucesso de O Cangaceiro de Lima Barreto, ganhador da Palma de Ouro em 1953, Aylton Thomaz (falecido em 2009) criou a série Marcelino, o cangaceiro, para o jornal A Noite do Rio de Janeiro.

Em aventuras seriadas, a tira levava o traço caricatural característico deste grande autor.